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Lojistas de SC lançam cartilha com orientações sobre as eleições municipais
19/08/2016 - 00:07:12

Visando estimular a participação no processo eleitoral e orientar as entidades associadas com relação ao pleito, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL-SC) está disponibilizando em seu site a cartilha “CDLs e eleições municipais – como participar?”.

A obra, de caráter apartidário, ressalta a importância do engajamento das lideranças lojistas na escolha dos futuros ocupantes dos executivos e legislativos municipais, a quem caberá tratar sobre questões que afetam diretamente o setor varejista.

Entre elas, tributos, horário de funcionamento do comércio, taxas de publicidade externa, coleta de lixo e iluminação pública, infraestrutura, eventos e turismo. “As próximas eleições serão uma oportunidade para exercemos nossos direitos – e isso vai muito além de votar, impondo também o nosso dever de participar. Opinando, fiscalizando ou se candidatando, conseguiremos promover uma depuração no sistema político brasileiro”, destaca o presidente da FCDL-SC, Ivan Roberto Tauffer (foto).

O conteúdo pode ser baixado no site da entidade.

Uso inadequado das redes sociais durante campanha eleitoral pode ter penalização

Apesar dos eleitores estarem liberados a declarar voto e a criticar os candidatos a prefeito e a vereador nas eleições de outubro, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SC) sugeriu cautela com ofensas, anonimato e propagação de informações falsas nas redes sociais. “O eleitor vai lá e denuncia que o candidato tal cometeu tal ato, mas é falso. A informação será retirada do ar e a pessoa penalizada”, destacou Renata Beatriz de Fávere, secretária da Corregedoria-Eleitoral do TRE/SC, ao lembrar que os candidatos, partidos ou coligações podem denunciar o uso inadequado das redes à Justiça Eleitoral.

Os eleitores também podem pedir votos para seus candidatos no Facebook ou no Twitter. “Pode escrever ‘é meu candidato’, o que não pode é a postagem ser feita mediante pagamento”, alertou a servidora do tribunal. Nesse caso, o comportamento do eleitor contraria a regra de não solicitar, nem receber benefício de candidato ou partido. “Não é só o candidato que compra o voto que é penalizado, o eleitor também poderá ser penalizado”, avisou Renata de Fávere.

Renata chamou a atenção para o uso de adesivos nos automóveis. Ela sugeriu que, além do adesivo perfurado no para-brisa traseiro, que está liberado, o eleitor utilize apenas mais um adesivo no para-choque ou na lateral do carro. Segundo a servidora, os juízes eleitorais podem entender como abusivo o uso simultâneo de mais de um desses adereços.

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